20/11/2018

Astrologia e Saúde

Que dizem os saberes milenares da astrologia sobre a saúde de cada um de nós? E os elementos - fogo, terra, ar, água - ou, antes ainda, as qualidades dos elementos - quente, seco, frio, úmido - o que têm a ver com nossos corpos,  nossos sentimentos e nossos pensamentos?

Onde encontrar essas informações no mapa astral? 

Como interpretá-las e o que fazer com elas na busca de conhecer a si mesmo, os outros e o tempo em que vivemos?

Neste encontro, marcado para o dia 26 de novembro, segunda-feira, das 19 às 21 horas, vamos tecer considerações sobre este tema tão interessante na astrologia.

Para outras informações e inscrições, acesse a página do evento.

27/10/2018

Sábado, dia de Saturno

Sábado é dia de Saturno. Dia em que as coisas da Terra são colocadas em destaque. É quando tudo o que a ver com a matéria chama mais a atenção do que as coisas igualmente importantes dos planos mental/psicológico e espiritual.

Saturno chama chão, dá chão, joga no chão. Faz pisar na lama. Faz lembrar que somos nada mais que argila modelada, restos de outros seres mergulhados nas mesmas águas.

Saturno é mergulho na mundanidade. É o tempo que nos consome enquanto possibilita que possamos fazer algo com o que fizeram de nós.

Sábado é dia propício pra decidir e fazer de nós e do mundo o que queremos ser e que o mundo seja.

Sábado, dia de Saturno, portanto, é dia de festa e de alegria!

24/09/2018

Lua no mapa astral

O que pode significar a Lua no mapa astral?

O que isto tem a ver com você, com as pessoas e com o ambiente em que você convive?

Que ligações e relações mantém o astro mais próximo da terra?

O que a posição que ela ocupa nessa ou naquela casa e nesse ou naquele signo tem a ver com isso ou aquilo na vida de cada um de nós?

Muita coisa, certamente! Isto porque, entre outros significados, a Lua representa, junto com a mãe, a própria criança, tanto a que cada um de nós foi como a criança interior que ainda carregamos dentro da gente. 

Conhecê-la, portanto, é fundamental! Compreendê-la, então, pode nos levar a alterar profundamente nosso modo de ver e lidar com o outro, com o mundo e, sobretudo, conosco mesmo.

Se você já fez seu mapa, vale a pena observar e rever a importância da Lua. Caso ainda não tenha feito, é bem legal que a primeira leitura seja focada nas 'coisas da Lua'...

Se quiser, será um prazer fazer esse mergulho com você! Fale comigo pelo whatsapp 11 99458-0677.

14/09/2018

Novas turmas de cursos no SindSep

Desde o ano passado, o INSTITUTO GENS vem realizando cursos de formação para os trabalhadores da educação municipal pelo SindSep - Sindicato dos Servidores do Município de São Paulo.



Neste ano, a partir de amanhã, 15 de setembro, sempre aos sábados, estão abertas as inscrições para duas novas turmas dos cursos: "Cuidar, Educar e Conviver com a criança de 0 a 6 anos", sob minha responsalidade e "Educomunicação e Criança", a cargo da professora Grácia Lopes Lima. Ambos somos responsáveis pelo INSTITUTO GENS. 



Os cursos são homologados pela SME - Secretaria Municipal de Educação e, portanto, contam pontos para a evolução funcional dos servidores. Mas estão abertos também a quem não é funcionário do município. 

O Centro de Formação do SindSep, localizado na Rua Barão de Itapetininga, 163 - República, centro da cidade, local onde acontecem os cursos, oferece Certificado a tod@s @s participantes, desde que cumpram todas as exigências previstas. 

Todas as informações estão neste endereço: https://sindsep-sp.org.br/cursos/cursos-presenciais-da-educacao-homologados-pela-sme



05/09/2018

Que dizem os astros? Nada!

E, no entanto, há milênios, a humanidade olha para o alto e se encanta com inúmeros corpos celestes! 

E quando canta, o que vê, ouve, sente e pensa o que está acima dela, é de si mesma que fala! 

E fala criando deuses e deusas e quase deuses e deusas e homens e mulheres e animais e plantas e outros seres em narrativas fantásticas versando sonhos e desilusões, alegrias e tristezas, prazeres e dores, vidas e transmutações… 

E não satisfeita, inventa conceitos, traços e fórmulas na busca incessante de explicar-se para si mesma.

Mergulhar nessas “águas”, portanto, pode ser muito mais do que refrescar, aquecer ou congelar o corpo. Pode promover algo incrível... Afinal, como diz o poeta, “há mais coisas entre o céu e na terra do que sonha a nossa vã filosofia".

Neste encontro, vamos tecer considerações sobre as qualidades primitivas e os elementos, os signos e os planetas.

28/07/2018

Mídias e Educação Escolar

Que os meios de comunicação são parte integrante da vida da maioria das pessoas, ninguém de nós duvida; que eles influenciam nossos modos de ser-pensar-agir, também não há dificuldade em se constatar. Que eles são instrumentos de controle social, entretanto, poucos conseguem perceber; que eles precisam ser vistos e tratados como órgãos informativos de grupos socialmente organizados e, portanto, comprometidos com algo mais do que entretenimento, então, para a maioria das pessoas, é algo tão distante quanto o olhar da menina apaixonada pelo astro de novela...

O fato é que as últimas décadas deram um banho de tecnologia na história da humanidade, deixando-nos atônitos, perplexos, maravilhados. Todos os dias somos acordados com mais uma novidade, certos de que a tendência é que os avanços e conquistas acelerem ainda mais seus gigantescos passos. “Onde é que tudo isso vai parar?” – dizemos assustados e cheios de razão!

No caso das mídias, o desenvolvimento é tão grande e fascinante que não erraremos se afirmarmos serem elas as responsáveis pelos saltos quantitativos e qualitativos das ciências em nossos dias. Sem falar da rede mundial, que aumenta aos milhares por dia o número de internautas, há no Brasil algum lugar em que o rádio, a tevê ou jornais e revistas ainda não tenham chegado? São esses meios, entre outros, que ocupam olhos, ouvidos e mãos das pessoas, dizendo e ensinando o que elas devem pensar, como se comportar e o que dizer sobre elas mesmas, os outros e o mundo.

Exatamente por isso, está mais do que na hora de prestarmos atenção nas mídias, de olharmos com alguma desconfiança as imagens da telinha, de ouvirmos com cuidado as falas do rádio, de lermos com atenção os textos dos jornais e das revistas. Precisamos aprender a ser críticos com os meios de comunicação, exatamente como são criteriosos os seus responsáveis quando editam matérias e as publicam nas mídias impressas e eletrônicas.

Ora, se essa é uma aprendizagem que se impõe à sociedade como um todo, muito maior deve ser a atenção da escola e dos profissionais que nela atuam. É urgente que nós, professores e professoras, façamos as mídias constarem de nossos programas curriculares e práticas educativas. Precisamos aprender – juntamente com os alunos – a fazer a “leitura crítica dos meios”, sob pena de que nossa boa vontade e interesse em ensinar alguma coisa resultem inútil, simplesmente porque, com tanta tecnologia, as mídias ensinam melhor do que qualquer um de nós.

Há, contudo, algo mais que podemos fazer: aprender e exercitar – novamente, junto com os alunos – o como fazer e a linguagem dos meios, realizando, assim, o processo da comunicação, ou seja, um conjunto de ações em comum. É o que chamamos de “Educação Pelos Meios de Comunicação”.

21/07/2018

Formação do herói



justificativa

A proposta desta oficina está associada à ideia e prática de uma das bases da cultura ocidental: a paideia grega. Entendida como formação integral do homem, visava preparar e fortalecer o indivíduo para que ele superasse a condição de animalidade e, pelo exercício da razão, se tornasse um herói – ideia que em nada se assemelha aos sentidos que vêm sendo dado ao termo nos últimos séculos e, menos ainda, sob o signo dos atuais meios de comunicação.

Herói é quem se constitui como sujeito, isto é, tornar-se capaz de “proferir palavras e realizar ações”, de acordo com Homero há cerca de 3 mil anos. Herói é aquele que supera as dificuldades da vida, usando como instrumentos não a força física e as armas, mas o que diferencia o homem dos outros animais: a razão. Ao se utilizar desse instrumento, o herói ‘cola’ a vida à arte, na medida em que faz de sua própria vida uma obra de arte. Vale dizer: herói é quem descobre e desenvolve a técnica e/ou habilidade de e para lidar consigo mesmo.


Mais tarde, quando Atenas inaugura a ‘democracia’, a paideia se dedica a formar crianças e jovens para a convivência social, entendendo que a pólis somente seria efetivamente democrática se os indivíduos o fossem. É também quando surge a figura do pedagogo, aquele que facilita o acesso dos mais jovens ao conhecimento da cidade e do mundo.


O resultado dessa formação fez a Grécia tornar-se referência para o Ocidente, o lugar de excelência dos grandes nomes da filosofia, da arte, da política, da ciência… Não por acaso, portanto, e graças à paideia, não há como falar da Antiguidade sem os pensadores gregos.


Bem por isso, vale a pena retomá-la em pelo menos algum aspecto!


de que se trata

oficina de autoconhecimento para 12 participantes com idades entre 14 e 28 anos


objetivo

contribuir para que os adolescentes e jovens participantes construam a imagem de e para si mesmos


como acontece
  • durante 39 horas [13 encontros de 3 horas cada], os participantes ouvem, comentam narrativas míticas e transformam os conteúdos em expressões artísticas: escolhem livremente quais linguagens artísticas pretendem explorar
  • subdivididos em 4 grupos de 3, concebem, elaboram, planejam e dão início à produção coletiva de arte relativa a cada um dos 12 ‘trabalhos de Hércules’
  • para o último dia, preparam e promovem exibição pública das produções

recursos materiais
  • sala adequada para trabalhos em grupos e subgrupos
  • data show
  • materiais básicos disponíveis para produções artísticas

12/05/2018

Astrofilosofia e Terapia

Quero partilhar com vocês os resultados de estudos que há tempos realizo em filosofia e astrologia, em especial com relação à Saúde como integração de mente, corpo e convívio social.


Comumente se diz que isto tem a ver com Temperamentos, ou seja:

  • Quente e Frio, Seco e Úmido são qualidades primordiais que formam o Fogo, a Terra, o Ar e a Água que, por sua vez, formam os corpos
  • cada corpo é uma mistura desses elementos e resulta no que chamamos individualidade
  • mas, no decorrer da vida, des-temperamos e re-temperamos o original, resultando no que denominamos personalidade
  • restam, então, duas opções: des-cobrir a individualidade ou re-forçar a personalidade

Pois bem. O mapa astral indica os elementos e sugere terapias que contribuem para o conhecimento de si mesmo.

Caso lhe interesse, entre em contato comigo [ver box ao lado] ou pelo zap 11 99458-0677.

10/02/2018

Estupidez | ferida da infância

– Você é burro!
– Fala direito, moleque. 
– Vê se aprende a falar, menina.
– Você não sabe nada!
– Não entendi nada do que você falou.
– Aprenda com seu irmão.
– Cala a boca!
– Não sei quando você vai aprender.

Se a criança ouve palavras como estas, dentro dela abre uma ferida enorme. É o mesmo que ser chamada de estúpida ou não inteligente porque ainda não consegue se expressar de forma inteligível. É uma provocação que causa dor profunda como a chaga, uma lesão que não cicatriza.

Isso acontece quando os adultos que convivem com a criança na primeira infância não são capazes de ouvir e dar a devida atenção a ela. Não respeitam o seu tempo e o seu jeito de ser. Não são minimamente sensíveis às suas reais condições naquele momento. Não entendem que não é porque essa e aquela criança ‘se comunica direitinho’ que toda criança tem que se comunicar igual. 

Na vida adulta, essa ferida aberta e a dor profunda causada por ela tendem a levar a pessoa ao medo de expressar seus sentimentos e pensamentos, especialmente se eles desagradam os outros. 

De fato, ela tem medo de não conseguir se explicar, de ser clara e objetiva. Então, busca palavras e conceitos, fala demais tentando racionalizar tudo, mas o que quase sempre consegue é tão somente repetir o senso comum, o acho-que-achei-que-tinha-achado. É possível, inclusive, que tenha necessidade de mentir, especialmente para si mesma, na tentativa de sobreviver à pressão mental.

Vale dizer: a pessoa acredita que só será amada se conseguir ter e dar uma explicação pra tudo.

03/02/2018

Injustiça | ferida da infância

Quando a criança vive num ambiente em que os adultos mais próximos são duros e frios, ela conta com todos os ingredientes necessários para crescer com uma ferida enorme causada por injustiça.

Vale dizer: ela é continuamente desrespeitada.

Crescer com adultos autoritários é sentir e, de fato, ser perseguida o tempo todo: `cala a boca`, `engole o choro`, `não faça isso, não faça aquilo`, `não vá nesse ou naquele lugar`… A criança é sistematicamente provocada. Cabe a ela nada mais que obedecer e cumprir ordens.

Como a primeira infância é o momento marcado pela necessidade ou carência ou dependência, a criança ainda não consegue reagir a tanta provocação. Quando consegue, expressa o sofrimento através do choro, da manha, da birra… Mas nada disso comove o meio autoritário em que vive.

Desafiada o tempo todo a demonstrar capacidade de reagir às provocações, de dar conta do que ainda não consegue, a tendência é que ela venha a nutrir sentimentos de impotência e, pior ainda, de inutilidade. Vai ficando claro pra criança que não merece ser amada, já que não é capaz de responder aos mandos e desmandos.

Na vida adulta, esse sentimento de injustiça - se não foi ou se não é trabalhado - explode num fanatismo pela casa em ordem, pela roupa indefectível, pela mania de cada coisa em seu lugar... A pessoa busca um possível perfeccionismo, tentando minimizar erros e cobranças exageradas na infância. Junte-se a isso a enorme dificuldade ou mesmo incapacidade de tomar decisões, das mais simples às mais difíceis.

Puro sofrimento!