22/05/2009

Sobre os livros com palavrões

Corremos o risco de fazer uma leitura puramente (ou unicamente) preconceituosa sobre a publicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que cairia nas mãos da criançada de terceiro ano do Ensino Fundamental, milhares de alunos com idade de 8 anos.

A questão, ao que me parece, não é o fato da publicação conter palavrões. Afinal, o que são “palavrões”? Muitas das que usamos hoje, no passado eram inadmissíveis...

Ainda hoje há quem diga que chamar o outro de você, especialmente quando ele é mais velho, é falta de educação. Ora, tanto faz chamar alguém de Senhor ou de Você. Ambos os termos vieram de Vossa Senhoria e Vossa Mercê...

O que nos faz ficar tontos é, isto sim, o fato de que alguém (mais que um evidentemente) da Secretaria, gente que recebe um salário pago por mim e por você, não ter ao menos lido o que foi impresso e distribuído aos alunos. O que essa gente está fazendo lá?

Um comentário:

  1. Anônimo12:50

    Esse pessoal encarregado de analisar esse material deveria estar ocupado vendendo Avon,bombom, cd do Ronnie Von, produtos do Lao kim Chong, pois os maiores volumes de venda de sacoleiros se dá nas repartições públicas e, tenho plena convicção de que não são feitas no horário do almoço, pois essa hora é feita para descançar e o não fazer nada é meio cansativo mesmo.
    É o dinheiro público mais uma vez jogado no lixo!
    Ana Paula Offenstein Teles

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