19/12/2009

Preconceito nojento

Leia o texto abaixo e veja a que ponto chega o preconceito asqueroso e nojento de gente que tem a coragem de se apresentar como doutor.

Sinceramente, não tenho o menor respeito a esse tipo de gente! Teria vergonha de ser aluno de uma "professora doutora" como essa aí:

"LULA, FILHO DO BRASIL - o filme

Chega-nos ao conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são consequencias das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos, hoje, também, pouco afeitos à limpidez das idéias. Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República.

Se a mentira passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética em curso.

Para que se consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira. O autoendeusamento torna-o réu confesso do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastassem as ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma indenização cobrada ao país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua, “coincidentemente” será levado à exibição em 1º de janeiro de 2010.

Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis. Em toda imoralidade, encontra-se a logomarca da Globo, que não pode perder dividendos, mesmo que seja patrocinando um retorno aos filmes da velha fase macunaímica da miséria colorida. Não há outro digno representante desse (para mim) repugnante personagem (Macunaíma) da baixa estima brasileira, criação de Mário de Andrade, que o etílico Lula.

Alguém da escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas ainda sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não tomarmos uma veemente atitude. Já imagino esse filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecencia de filme, se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar de fora a guarda particular do ébrio presidente: o MST.

Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do "palhaço de Garanhuns", desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do país.

Aileda de Mattos Oliveira, Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)"

O que você pensa? Deixe aí nos comentários o que você sentiu depois de ler isto que considero um dos tantos "lixos" acadêmicos...

5 comentários:

  1. Dentro da minha ignorância, diante de um vocabulário tão rebuscado que esta doutora usou...tentarei comentar o que sinto: Fiquei estarrecida! Filho bastardo? Como assim? Não somos todos filhos desta nação? Ou ela e seus "pares" é que são filhos legítimos, nós outros somos todos bastardos?
    "Essas mudanças são consequencias das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos" Quer dizer que só quem fala "como ela" é que pode ser aceito pelos "órgãos jornalísticos"?
    E...MACUNAÍMA, REPUGNANTE PERSONAGEM DA BAIXA ESTIMA BRASILEIRA!!! Profª Doutora em Língua Portuguesa?! Isso serve para vermos que título não representa nada! Que com tanto conhecimento, esta doutora carrega tamanho grau de preconceito. Como vc mesmo diz profº Donizete, instrução nem sempre quer dizer conhecimento!

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  2. Lixo acadêmico? bondade sua...
    Li e devidamente puxei a descarga!
    Essa "Professora Doutora" conseguiu a proeza de, em um único texto despejar todo o seu repúdio, seu claro preconceito aos que têm no nordeste suas raízes!
    A trajetória desse "palhaço de Garanhuns" merece respeito!
    Sim, este homem têm valor!
    Nascido no berço da miséria, conheceu toda forma de privação...
    Partiu de sua terra natal, assim como tantos conterrâneos seus, em um pau-de-arara em busca da dignidade que o árido sertão não lhe oferecia...
    Foi, assim como tantos outros Luíses e Inácios, operário de chão de fábrica, com o cartão a bater...
    Preso foi por lutar por seus ideais, que também eram os de muitos...
    Manifestava-se quando tantos braços se cruzavam...
    Hoje, suas mãos conduzem essa nação que a todos acolhe, entre este todos, está inclusa essa tão "brilhante" formadora de opiniões...
    Honestamente?
    Do grupo no qual essa tão perfeita cidadã pertence, não quero o green card!
    É preferível uma pessoa ter um vocabulário parco e simplório a ser dona de um vocabulário tão prolixo, empregando-o em prol da propagação do preconceito, da injúria, da difamação...

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  3. Concordo com a Ana Paula.
    COmo uma pessoa "tão Culta" conseguem num breve texto ser tão repugnate, nojenta, preconceituosa, com esta? Um preconceito infundo, pois todos sabemos que nossas cidades são grandes hoje graças ao suor de muitos trabalhadores do nordeste. O dominio da lingua culta não nos torna mais dignos, nem mesmo menos corruptos do que muitos outros. Ela critica nosso politico Lula, por não ser um grande estudioso, porem o que ela diria de Maluf, ou quem sabe do Ilustre FHC?
    O pior é que muitas pessoas como ela, trabalham formando mentes, e tornando tantos outros fontes de mesmo preconceito.

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  4. Bem, eu confesso que tenho ressalvas políticas e opiniões contrário ao governo Lula, mas daí partir para o ataque com clara demonstração de escárnio à sua pessoa já é demais! Para mim o presidente Lula não é um estúpido, ao contrário é muito inteligente e que merece respeito. As posições políticas de cada um devem ser respeitadas, porém que as nossas escolhas políticas não sejam baseadas em nojentas discriminações contra o povo brasileiro, e é por causa de gente como "essa professora" que temos pessoas, cidadãos, trabalhadores, construtores, agricultores sofrendo do mal epidêmico e exógeno chamado miséria, analfabetismo e falta de qualidade de vida. Portanto, essas pessoas que vivem nos lugares longíquos do país podem se sentir sim, representados na pessoa do presidente. Afinal Ele está no comando e fomos nós que o elegemos, e eu pergunto: O que estão fazendo as pessoas letradas da fina "cultura" pela expansão do conhecimento que eles tanto guardam as setes chaves? Somos uma nação formada simplesmente de cidadãos brasileiro e ponto final.

    Meu nome: Gisleine Pires Gomes

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  5. Anônimo00:27

    Espantoso, em se tratando de uma (sic) professora universitária, salta aos olhos sua verve facista bem ao estilo pseudo-intelectual.
    No caso, prefiro a biografia de um respeitado professor Anisio Teixeira em:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADsio_Teixeira

    infelizmente assassinado nos porões da ditadura de triste memória (mas talvez do agrado da 'douta' professora).

    Vale a pena ler até o final.

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